dimanche 8 novembre 2009

Estrangeira



Papai e mamãe se conheceram
Brincaram juntos num momento
Brincaram juntos e se entenderam
Brincaram sérios juntos até meu nascimento

Entrei na brincadeira
Esta esperada porém não controlada
Tanto fui rainha na brincadeira
Tomei a mamãe do papai e ainda a deixei desolada

Perdi o trono de majestade
Ao que me elevaram e depois despojaram-me
Não pude satisfazer-lhes os desejos
Assim os tomei como meus

Mas, conta-me, quem sou eu?
Este eu que da brincadeira nasceu
Este eu que  brincou, atrapalhou
E na brincadeira morreu?

7 commentaires:

devaneioseloucuras-raquel a dit…

Eis o grande desafio do ser humano... Descobrir-se. Herdamos tantos conceitos que as vezes passamos a vida tentando criar uma identidade própria e falhamos. Mas como dizia Buda, somos na verdade a parte desse todo e tentar se individualizar é besteira.

Gostei do post
abs

PanPum Flûor a dit…

QQQQQ?
muito bom :D
adorei
perfeito D:

Avassaladoras Rio a dit…

Querida amiga avassaladora... a pergunta mais dificil de responder nem mesmo nessas rimas encontra som.
Sucesso!

Arnek a dit…

Depois que os filhos nascem a brincadeira realmente acaba e preciso ter força para manter a chama heh


http://midiasocialbrasil.blogspot.com/

Nova Quahog a dit…

BRINCARAM DE FAZER NENEM!

Blogueira a dit…

A vida é uma eterna brincadeira...
Excelente seu blog, minha primeira vez aqui e espero poder voltar.
Você escreveu de uma forma simples e boa de se ler.

Eder Asa a dit…

E trouxe aquela, até mesmo, cômica inocência infantil, que se evoluiu para a duvida primeiramente adolescente e que nos acompanha pelo resto de nossas vidas. Gostei!

http://luradaquimera.blogspot.com/